Percebo um novo medo existente, talvez dois: não me despedir das pessoas e me despedir das pessoas. Agora tudo quanto é gente que parte, parece partir para sempre. Um tchau não parece o bastante, não sinto o abraço apertar. O "e se" sim, sufoca. O medo do finito é infinito, porque a gente sabe que é real.
Eu não me despedi de ninguém, mas parece que eu fui embora de mim.
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