um pó.

Com aquela situação eu não sabia como lidar, era uma sensação nova, um atormento diferente dos quais eu me acostumara, não tão doído quanto, mas aparentou-me como um dope; um sentir e um não sentir, um meio termo tão incômodo quanto um termo inteiro. Uma sensação livre de prisão. Estranho e apavorante.
Era diferente, um novo que me fez antiga e tola, parecer menina em busca da fortaleza vinda da mulher. Só era necessário, saber onde se encontrava a fortaleza...
E não não pude não sorrir, quando o cabível era o pranto, recorri então ao meu silêncio e ao silêncio de minha lágrimas, uma atitude sensata e prefirivel.
Uma loucura, que me acalmava.

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